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Lâmina GaúchaArte que corta, beleza que encanta

A cutelaria que ainda se faz à mão

Um retrato vivo da cutelaria artesanal do Brasil. A lâmina é gaúcha; a paixão é nacional. No centro está o cuteleiro artesão, aquele que forja uma peça de cada vez com as próprias mãos — em qualquer canto do país. Em volta dele, a história inteira do ofício, inclusive a das casas que um dia começaram exatamente assim.

Nosso critério

O lugar de honra é do artesanal

A seção Cuteleiros e o cuteleiro do mês são dedicados a quem forja de verdade — e esse critério não se negocia. Já o blog conta a história inteira da cutelaria, sem barrar ninguém pelo tamanho da oficina.

Feito à mão

Forja, têmpera e acabamento saindo das mãos do próprio cuteleiro. Sem linha de produção, sem peça terceirizada vendida como própria.

Onde a peça nasce

A oficina é nos fundos de casa, no galpão, na garagem. Às vezes virou loja, depois de muitos anos de bancada. O que não muda é a mão que faz.

Do Brasil inteiro

O projeto nasceu no Rio Grande do Sul, mas a paixão pela cutelaria é nacional: cuteleiro de qualquer estado tem lugar aqui. E como faca não respeita fronteira, o Uruguai e a Argentina seguem na história.

A história toda

No blog, sim: as casas que fizeram o nome da lâmina brasileira também nasceram pequenas. Contar de onde vieram é mostrar aonde o artesanal de hoje pode chegar.

Nosso propósito

Registrar hoje para ele crescer amanhã

Este projeto não é um museu. Documentar o cuteleiro de fundo de quintal não é embalsamá-lo como folclore — é dar a ele aquilo que a oficina pequena quase nunca tem: vitrine. O sonho é que quem hoje forja sozinho no galpão consiga amanhã viver disso, formalizar a oficina e ter a própria marca.

A vitrine que ele não tem

Bom cuteleiro raramente é bom de marketing — e não deveria precisar ser. Se um vídeo daqui render três encomendas, ou se um perfil fizer alguém do outro lado do país procurar o trabalho dele, o projeto cumpriu o que se propôs.

O material é dele

Fotos, texto e vídeo ficam à disposição do cuteleiro para usar onde quiser: no Instagram, no catálogo, na feira. Não cobro nada para contar a história de ninguém, e isso não vai mudar.

Crescer é o objetivo

Se um dia a oficina virar empresa e o cuteleiro contratar gente, ótimo — terá sido exatamente esse o ponto. O perfil dele continua aqui, como registro de onde ele começou.

Quem devolve o corte

Faca boa também precisa de quem afie

Uma faca bem feita dura décadas — mas nenhuma delas passa décadas cortando sozinha. O fio é a parte que se gasta, e devolver o corte a uma peça artesanal não é o mesmo serviço que passar uma faca de supermercado na pedra: aço tratado, dureza alta e geometria própria pedem quem entenda do assunto e saiba a hora de parar.

Por isso os afiadores têm lugar próprio aqui, com a mesma régua dos cuteleiros: quem afia, onde fica, o que aceita, como trabalha e se mexe em faca de cuteleiro. Quem procura fio novo acha quem faz; quem afia bem deixa de depender só do boca a boca.

Você é cuteleiro ou afiador?

Sua história merece ser contada

Estou percorrendo o país atrás de quem faz a faca inteira com as próprias mãos. Se você é cuteleiro artesão, o cadastro está aberto: não custa nada, você aprova tudo antes de publicar e o material fica seu também.

Já se cadastrou? Continue ou corrija o seu cadastro.

Não é o seu caso, mas conhece quem precisa ser registrado? Me conte quem é.

Todo dia

@lamina.gaucha

A faca que chegou, a forja de alguém, o detalhe que não coube no artigo. É no Instagram que o dia a dia do projeto aparece primeiro.

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