Pular para o conteúdo
Lâmina GaúchaArte que corta, beleza que encanta
Retrato de Marcelo Paris de Souza
Marcelo Paris de Souza — M.Paris, em Vacaria.

Vacaria — RS

Marcelo Paris de Souza

M.Paris

Marcelo Paris de Souza assina M.Paris em Vacaria, RS. Veio da eletromecânica, faz a peça inteira e diz que o público se identifica mais com suas gaúchas e hunter.

  • Gaúcha tradicional
  • Churrasco
  • Cozinha
  • Caça e pesca
  • Bowie
  • Hunter

Marcelo Paris de Souza trabalha na construção civil e, no fundo do quintal de casa, em Vacaria, no Rio Grande do Sul, monta facas desde 2021. Foi um curso de eletromecânica que abriu a porta: ali ele aprendeu mecânica, desenho técnico, noções de aços, usinagem e tratamento térmico, e assim que terminou fez a primeira faca. Não parou mais.

Como aprendeu

Depois do curso vieram cursos online, com Berardo e com Ismael Biegelmeier, esse último também presencial, e o resto ele foi tirando de “muita coisa na tentativa e erro.”

Na bancada

Ele trabalha sozinho no fundo do quintal, e como a cutelaria não é sua ocupação de tempo integral, uma faca leva de duas semanas a um mês, dependendo da peça. Prefere não variar muito os aços, para manter os tratamentos térmicos sob controle: usa 52100 nas facas gaúchas, 5160 nas hunter, e uma liga de 1084 com 15N20 quando trabalha em damasco. Evita aço inoxidável na lâmina. Nos cabos entram madeira, chifre e osso, e é ele mesmo quem faz a têmpera. Do processo inteiro, só duas etapas saem de suas mãos: a marca gravada a laser e as cases de transporte.

Assinatura

Entre os tipos que faz, listados na ficha, Marcelo diz que o público se identifica mais com as facas gaúchas e as hunter. A mais difícil que já fez foi uma bowie com cabo integral em damasco mosaico; a que lhe dá mais orgulho é mais simples: uma faca gaúcha de aço carbono 52100 com cabo em chifre de cervo.

Ele aceita encomenda personalizada, mas costuma imprimir suas próprias ideias nas facas; o que muda, com frequência, é o material do cabo, que o cliente às vezes já traz pronto, comprado por conta própria. As peças de Marcelo saem também para fora do país.

O que ele guarda como a melhor parte do ofício não é a venda em si:

“A melhor parte depois de vender a faca é quando anos depois o cliente vê um outra postagem de faca e te chama dizendo de quanto gosta de usar a faca que comprou no passado e encomenda outra.”

O que ele faz

Modelos feitos sob encomenda. Para pedir, fale direto com ele — o Lâmina Gaúcha não fica no meio dessa conversa.

Assinatura da casa

Pessoal gostam muito das minha facas gaúchas e hunter

A oficina e as peças

Faca gaúcha em Damasco Mosaico.
Faca gaúcha em Damasco Mosaico.
Faca gaúcha em Damasco Mosaico.
Faca Hunter
Faca Hunter
Faca Hunter
Faca Gaúcha
Faca Gaúcha
Faca Gaúcha

Reconhecimento entre colegas. És cuteleiro ou afiador com página no portal e conheces o trabalho de Marcelo?

Reconhecer o trabalho dele

Pergunte ao cuteleiro

Pergunte sobre o trabalho e as peças: aço, cabo, acabamento, uso e cuidado. Preço, encomenda e entrega são direto com Marcelo, pelo contato aí em cima.

Só para te avisar quando a resposta sair. Não publicamos.

O Lâmina Gaúcha divulga o trabalho da cutelaria artesanal brasileira. Não vendemos, não intermediamos e não participamos de nenhuma negociação: preço, prazo, pagamento e entrega são combinados entre você e quem faz a peça.

CompartilharWhatsAppFacebookX