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Lâmina GaúchaArte que corta, beleza que encanta
Retrato de Diógenes Prochnow
Diógenes Prochnow — D. Prochnow, em Joinville.

Joinville — SC

Diógenes Prochnow

D. Prochnow

Diógenes Prochnow assina D. Prochnow em Joinville. Faz gaúcha tradicional, churrasco, cozinha, caça e pesca, cutelo, campeira, bowie.

  • Gaúcha tradicional
  • Churrasco
  • Cozinha
  • Caça e pesca
  • Cutelo
  • Campeira
  • Bowie

Diógenes Prochnow faz facas em Joinville, Santa Catarina, desde 2017. Começou meio por acaso: estava ocioso em casa, resolveu trocar o cabo de um facão velho e foi ao YouTube ver como se fazia. O algoritmo passou a sugerir vídeos de cutelaria, e foi assim que ele descobriu que dava para fazer uma faca inteira em casa. Fez a primeira peça e não parou mais.

O curso com Berardo

Foi assistindo a vídeos aleatórios que Diógenes chegou ao canal do professor Eduardo Berardo. Se inspirou no trabalho dele e, pouco depois, Berardo abriu um curso de cutelaria — Diógenes entrou na primeira turma. Foi o próprio professor quem sugeriu o aço com que ele trabalha até hoje, o SAE 5160.

Iniciei a carreira com ele por sugestão do meu professor Eduardo Berardo e me apaixonei pela sua versatilidade e virtuosidade.

Ele não trabalha com aços inoxidáveis. Reconhece que é uma preferência do público, pela resistência à oxidação, mas diz que o material não o agrada. Aos poucos está migrando também para o damasco, em busca de crescimento profissional e pessoal — nesse caso compra a barra chata pronta e faz a faca a partir dela, sem forjar o próprio damasco. Já nas facas de aço carbono, o processo é dele do início ao fim, incluindo a têmpera.

O que sai da oficina

Diógenes trabalha em um puxadinho e faz gaúcha tradicional, faca de churrasco, cozinha, caça e pesca, cutelo, campeira e bowie. Os cabos levam madeira e chifre. Se tem um modelo que considera assinatura, é a Persa Gaúcha. Entre os projetos mais complicados, cita as bowies recurvas — de resultado que o deixa orgulhoso — e uma adaga que está se mostrando mais difícil do que imaginava.

Aceita encomenda personalizada, mas só dentro do que considera tecnicamente razoável.

Encomendas personalizadas que vão além dos objetivos técnicos de uma faca, eu não aceito. Geralmente pedem uma faca para derrubar árvores e ao mesmo tempo cortar fatias finas de tomate. Aí é complicado!

O tempo de trabalho em cada peça varia com a complexidade: de dois dias a duas semanas. As peças de D. Prochnow — assim ele assina — saem de Joinville também para fora do país.

Nem toda encomenda é sobre técnica. Diógenes lembra de um cliente que pediu uma faca com cabo no formato de órgão reprodutor masculino, para fazer graça com os amigos no churrasco.

A pior parte é que eu aceitei a encomenda e fiz o cabo em madeira de roxinho!

O que ele faz

Modelos feitos sob encomenda. Para pedir, fale direto com ele — o Lâmina Gaúcha não fica no meio dessa conversa.

Assinatura da casa

Acho que a Persa Gaúcha

A oficina e as peças

A Persa Gaúcha
A Persa Gaúcha
A Persa Gaúcha
Bowie recurva
Bowie recurva
Bowie recurva
Gaúchona
Gaúchona
Gaúchona
Onde a maior parte do trabalho acontece
Onde a maior parte do trabalho acontece
Onde a maior parte do trabalho acontece
Painel de ferramentas
Painel de ferramentas
Painel de ferramentas
Minha marca
Minha marca
Minha marca

Reconhecimento entre colegas. És cuteleiro ou afiador com página no portal e conheces o trabalho de Diógenes?

Reconhecer o trabalho dele

Pergunte ao cuteleiro

Pergunte sobre o trabalho e as peças: aço, cabo, acabamento, uso e cuidado. Preço, encomenda e entrega são direto com Diógenes, pelo contato aí em cima.

Só para te avisar quando a resposta sair. Não publicamos.

O Lâmina Gaúcha divulga o trabalho da cutelaria artesanal brasileira. Não vendemos, não intermediamos e não participamos de nenhuma negociação: preço, prazo, pagamento e entrega são combinados entre você e quem faz a peça.

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